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Durante todo o ano de 2015, uma onda de violência e destruição fora de controle parece se irradiar do município de Buriticupu-MA. O centro nevrálgico da atividade madeireira no Maranhão, que já devastou praticamente a totalidade do território do município, continua operante e em expansão para os municípios vizinhos. Como as áreas dedicadas à agropecuária já não possuem mais madeiras de alto valor econômico, o foco de suas atenções agora são as unidades de conservação e as terras indígenas.

Os quatro vigilantes do PN da Amazônia (PA), abandonaram seus postos de guarda depois de 5 meses sem salário. O parque - de mais de 1 milhão de hectares - ficou fechado para visitação e pesquisa. Seu acesso só é possível pela deserta R. Transamazônica, rota do tráfico internacional de drogas e do escoamento de madeira nobre e metais preciosos. A presença de policiais é raridade por ali. Embora insuficientes, os guardas cumprem o papel de intimidar os predadores (foram recontratados).

Justiça bloqueia R$ 2,4 milhões de madeireira por danos ambientais no oeste do PA | Os acusados inseriram dados falsos, criando movimentação fictícia de madeira, para acobertar a comercialização de madeira de origem ilegal. As derrubadas ilegais ocorriam em florestas nativas dentro do assentamento Corta Corda e outras áreas públicas. O total de madeira ilegal movimentada passa de 20 mil metros cúbicos, ou cerca de 500 caminhões carregados de toras.

Incêndio florestal na Terra Indígena (TI) Arariboia, no Maranhão, onde vivem 12 mil Guajajaras e cerca de 80 indivíduos isolados do povo Awá-Guajá, já dura dois meses e é o maior registrado em terras indígenas no Brasil. Cerca de 45% dos 413 mil hectares do território foram destruídos. A falta de uma política eficaz de proteção das terras indígenas permite o roubo de madeira e aumenta o risco de que incêndios como esse possam se repetir em outras terras, já que a degradação causada pela…

Incêndio florestal na Terra Indígena (TI) Arariboia, no Maranhão, onde vivem 12 mil Guajajaras e cerca de 80 indivíduos isolados do povo Awá-Guajá, já dura dois meses e é o maior registrado em terras indígenas no Brasil. Cerca de 45% dos 413 mil hectares do território foram destruídos. A falta de uma política eficaz de proteção das terras indígenas permite o roubo de madeira e aumenta o risco de que incêndios como esse possam se repetir em outras terras, já que a degradação causada pela…

24.03.2016 | Na manhã de ontem, a PF iniciou uma operação para desmontar um grupo que atua em Boa Vista e Alto Alegre na extração ilegal de madeira nobre da Floresta Nacional de Roraima e na TI Yanomami. Foi cumprido um mandando de prisão contra o cabeça do grupo, de 45 anos, cujo nome não foi revelado, e dois de busca e apreensão. Os mandados foram deferidos pela Justiça Federal em Roraima depois de pedido feito pelo delegado que preside o inquérito que investiga crimes ambientais.

Fotografias aéreas mostram incêndio florestal na Terra Indígena (TI) Arariboia, no Maranhão, onde vivem 12 mil Guajajaras e cerca de 80 indivíduos isolados do povo Awá-Guajá. O incêndio dura dois meses e é o maior já registrado em terras indígenas no Brasil. Cerca de 45% dos 413 mil hectares do território foram destruídos. A falta de uma política eficaz de proteção das terras indígenas permite o roubo de madeira e aumenta o risco de que incêndios como esse possam se repetir em outras…

Fotografias aéreas mostram incêndio florestal na Terra Indígena (TI) Arariboia, no Maranhão, onde vivem 12 mil Guajajaras e cerca de 80 indivíduos isolados do povo Awá-Guajá. O incêndio dura dois meses e é o maior já registrado em terras indígenas no Brasil. Cerca de 45% dos 413 mil hectares do território foram destruídos. A falta de uma política eficaz de proteção das terras indígenas permite o roubo de madeira e aumenta o risco de que incêndios como esse possam se repetir em outras…

Fotografias aéreas mostram incêndio florestal na Terra Indígena (TI) Arariboia, no Maranhão, onde vivem 12 mil Guajajaras e cerca de 80 indivíduos isolados do povo Awá-Guajá. O incêndio dura dois meses e é o maior já registrado em terras indígenas no Brasil. Cerca de 45% dos 413 mil hectares do território foram destruídos. A falta de uma política eficaz de proteção das terras indígenas permite o roubo de madeira e aumenta o risco de que incêndios como esse possam se repetir em outras…

Fotografias aéreas mostram incêndio florestal na Terra Indígena (TI) Arariboia, no Maranhão, onde vivem 12 mil Guajajaras e cerca de 80 indivíduos isolados do povo Awá-Guajá. O incêndio dura dois meses e é o maior já registrado em terras indígenas no Brasil. Cerca de 45% dos 413 mil hectares do território foram destruídos. A falta de uma política eficaz de proteção das terras indígenas permite o roubo de madeira e aumenta o risco de que incêndios como esse possam se repetir em outras…

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