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Pediram o afastamento de Eduardo Cunha da presidência da Câmara. Temos até dia 26 de fevereiro para fazer o STF escutar as pessoas e ignorar a jogatina política. Se pressionarmos os ministros a ouvirem a voz do povo mais uma vez, podemos conseguir com que isso aconteça. Assine a petição.

Pediram o afastamento de Eduardo Cunha da presidência da Câmara. Temos até dia 26 de fevereiro para fazer o STF escutar as pessoas e ignorar a jogatina política. Se pressionarmos os ministros a ouvirem a voz do povo mais uma vez, podemos conseguir com que isso aconteça. Assine a petição.

O Conselho de Ética da Câmara aprovou nesta terça-feira 15 a abertura de um processo disciplinar contra o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), por quebra de decoro parlamentar. Com a aprovação do relatório de Marcos Rogério (PDT-RO), que não discute o mérito da acusação, mas sua adequação aos trâmites da Câmara, Cunha terá 10 dias úteis para apresentar sua defesa escrita. O prazo começa a correr depois que o deputado for notificado.

O Conselho de Ética da Câmara aprovou nesta terça-feira 15 a abertura de um processo disciplinar contra o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), por quebra de decoro parlamentar. Com a aprovação do relatório de Marcos Rogério (PDT-RO), que não discute o mérito da acusação, mas sua adequação aos trâmites da Câmara, Cunha terá 10 dias úteis para apresentar sua defesa escrita. O prazo começa a correr depois que o deputado for notificado.

| 01.07.2016 | Ao analisar consulta da defesa de Cunha que questionava o alcance da decisão que o afastou do comando da Câmara e do mandato de deputado, Teori decidiu que ele deve seguir parecer do procurador-geral da República, R. Janot: Cunha pode entrar na Câmara "na qualidade de usuário de serviço certo e determinado ou para exercício de direito individual", desde que comunique previamente à Corte. Com isso, Teori entendeu que ele não pode, por exemplo, frequentar o gabinete na Câmara.

| 01.07.2016 | Ao analisar consulta da defesa de Cunha que questionava o alcance da decisão que o afastou do comando da Câmara e do mandato de deputado, Teori decidiu que ele deve seguir parecer do procurador-geral da República, R. Janot: Cunha pode entrar na Câmara "na qualidade de usuário de serviço certo e determinado ou para exercício de direito individual", desde que comunique previamente à Corte. Com isso, Teori entendeu que ele não pode, por exemplo, frequentar o gabinete na Câmara.

O presidente da Andrade Gutierrez, Otávio Azevedo, acompanhou a negociação da MP de perto. Gabriel Villas Boas, então diretor de relações institucionais da empreiteira, enviou a ele uma mensagem de WhatsApp com foto da reunião realizada no dia 20.03.2014, para tratar do assunto com o então ministro da Fazenda, Guido Mantega. Além de Cunha, estiveram presentes Michel Temer, que era vice-presidente, e Eduardo Braga, na época líder do PMDB no Senado.

Mensagens em celular de empreiteiro mostram que Cunha negociou MP com empresas da Lava-Jato

O presidente da Andrade Gutierrez, Otávio Azevedo, acompanhou a negociação da MP de perto. Gabriel Villas Boas, então diretor de relações institucionais da empreiteira, enviou a ele uma mensagem de WhatsApp com foto da reunião realizada no dia 20.03.2014, para tratar do assunto com o então ministro da Fazenda, Guido Mantega. Além de Cunha, estiveram presentes Michel Temer, que era vice-presidente, e Eduardo Braga, na época líder do PMDB no Senado.

"Os ministros do Supremo, tão cruciais nessa crise, também não terão conforto ao mirar a cena histórica. Está nas mãos deles desde dezembro um pedido do procurador-geral, Rodrigo Janot, que pede o afastamento de Cunha por abuso no exercício da função. O STF bem poderia dizer que não há como intervir neste caso, questão interna do Legislativo, mas nós tínhamos o direito de conhecer esse veredito antes de que Cunha comande o rito mais radical da nossa democracia."

Eduardo Cunha: o preço vergonhoso que a oposição aceitou pagar

"Os ministros do Supremo, tão cruciais nessa crise, também não terão conforto ao mirar a cena histórica. Está nas mãos deles desde dezembro um pedido do procurador-geral, Rodrigo Janot, que pede o afastamento de Cunha por abuso no exercício da função. O STF bem poderia dizer que não há como intervir neste caso, questão interna do Legislativo, mas nós tínhamos o direito de conhecer esse veredito antes de que Cunha comande o rito mais radical da nossa democracia."

Inteligente, frio e calculista, a ascensão de Cunha foi algo inesperado em um partido onde a maioria de seus líderes é de coronéis da política, o PMDB, acostumado mais a acomodação e negociação do que confronto. Em pouco mais de uma década, deixou de ser um influente arrecadador de campanha a líder da legenda no Rio de Janeiro e em todo o país.

Abandonado por aliados, Eduardo Cunha cai e vira homem-bomba

Inteligente, frio e calculista, a ascensão de Cunha foi algo inesperado em um partido onde a maioria de seus líderes é de coronéis da política, o PMDB, acostumado mais a acomodação e negociação do que confronto. Em pouco mais de uma década, deixou de ser um influente arrecadador de campanha a líder da legenda no Rio de Janeiro e em todo o país.

O golpe de 1964 colheu o frade franciscano dando assistência religiosa aos moradores dos morros de Petrópolis (RJ). Lá chegara depois de uma trajetória iniciada no dia 14 de setembro de 1921, quando nasceu na colônia de Forquilhinha, região de Criciúma, em Santa Catarina. Teve 13 irmãos, quatro dos quais (três freiras e um padre) se dedicaram também à carreira religiosa —sendo Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança que morreu no terremoto do Haiti em 2010, a mais conhecida.

O golpe de 1964 colheu o frade franciscano dando assistência religiosa aos moradores dos morros de Petrópolis (RJ). Lá chegara depois de uma trajetória iniciada no dia 14 de setembro de 1921, quando nasceu na colônia de Forquilhinha, região de Criciúma, em Santa Catarina. Teve 13 irmãos, quatro dos quais (três freiras e um padre) se dedicaram também à carreira religiosa —sendo Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança que morreu no terremoto do Haiti em 2010, a mais conhecida.

| 17.02.2017 | Ministros do Supremo Tribunal Federal discutem, em caráter reservado, a possibilidade de soltar o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso desde outubro pela Operação Lava Jato.  Segundo a Folha apurou, apesar de o plenário da corte ter negado na quarta (15) pedido da defesa para soltar Cunha, ministros avaliam que ele pode ser solto com a concessão de um habeas corpus pendente no Superior Tribunal de Justiça.

Ministros do STF discutem libertação de Eduardo Cunha

| 17.02.2017 | Ministros do Supremo Tribunal Federal discutem, em caráter reservado, a possibilidade de soltar o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso desde outubro pela Operação Lava Jato. Segundo a Folha apurou, apesar de o plenário da corte ter negado na quarta (15) pedido da defesa para soltar Cunha, ministros avaliam que ele pode ser solto com a concessão de um habeas corpus pendente no Superior Tribunal de Justiça.

| 1º.07.2016 | A PF deflagrou na manhã desta sexta-feira a Operação Sépsis - nova etapa da Operação Lava Jato. Um dos alvos foi o doleiro Lúcio Bolonha Funaro, preso em SP. Segundo delatores da Lava Jato e a PGR, Funaro é ligado ao presidente afastado da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).  O objetivo da operação é investigar um suposto esquema de pagamento de propina para liberação de recursos do Fundo de Investimentos do FGTS (FI-FGTS), administrado pela Caixa Econômica Federal.

PF prende doleiro ligado a Cunha e mira empresa do grupo dono da JBS

| 1º.07.2016 | A PF deflagrou na manhã desta sexta-feira a Operação Sépsis - nova etapa da Operação Lava Jato. Um dos alvos foi o doleiro Lúcio Bolonha Funaro, preso em SP. Segundo delatores da Lava Jato e a PGR, Funaro é ligado ao presidente afastado da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). O objetivo da operação é investigar um suposto esquema de pagamento de propina para liberação de recursos do Fundo de Investimentos do FGTS (FI-FGTS), administrado pela Caixa Econômica Federal.

Ao se descolar de uma administração desgastada, os peemedebistas ensaiam um discurso de futuro, preparando o terreno para as eleições de 2018. Mas seu passado em comum com o PT vai atormentar o partido por algum tempo, como indicam as investigações da Lava Jato. Paulo R. Costa, o primeiro executivo da Petrobras a admitir o esquema, contou ao juiz Moro que os contratos com fornecedores eram fechados mediante pagamento de 1% a 3% em propinas que seriam repartidas entre o PT, PMDB e PP.

Com saída do Governo, PMDB se distancia do PT, mas não da Lava Jato

Ao se descolar de uma administração desgastada, os peemedebistas ensaiam um discurso de futuro, preparando o terreno para as eleições de 2018. Mas seu passado em comum com o PT vai atormentar o partido por algum tempo, como indicam as investigações da Lava Jato. Paulo R. Costa, o primeiro executivo da Petrobras a admitir o esquema, contou ao juiz Moro que os contratos com fornecedores eram fechados mediante pagamento de 1% a 3% em propinas que seriam repartidas entre o PT, PMDB e PP.

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